O Olhar de Boal: Parafraseado por Lúcia Peixoto

"Liberdade para parafrasear Boal
Transgredir...
Invadir a cena...
Autora, atriz e espectadora a um só tempo...
Misturando ficção e realidade...
Paradoxos e idiossincrasias...
Reticências...
A arte da concretude da vida!"
Lúcia Peixoto

"A teatralidade é essencialmente humana. Todo mundo tem dentro de si o ator e o espectador. Representar num 'espaço estético', seja na rua ou no palco, dá maior capacidade de auto-observação. Por isso é político e terapêutico." (Augusto Boal)


Augusto Boal (1931-2009)diretor e teatrólogo que desenvolveu o método do Teatro do Oprimido que alia o teatro à ação social, suas técnicas e práticas difundiram-se pelo mundo, de maneira notável nas três últimas décadas do século XX . Foi diretor do Teatro de Arena em São Paulo, sendo exilado durante a ditadura militar no país. Esteve envolvido com grandes educadores, como Paulo Freire, aproximando-se da educação política e social. Se identificou com o trabalho de Stanislavski e Bertolt Brecht na linguagem teatral.

https://pt.scribd.com/document/366922866/LIVRO-200-EXERCICIOS-E-JOGOS-PARA-O-ATOR-E-NAO-ATOR-AUGUSTO-BOAL-pdf
Augusto Boal e o Teatro do OprimidoAugusto Boal (1931-2009) foi um diretor teatral, acadêmico, professor, representante político e vereador no Rio de Janeiro, palestrante internacional e criador do Teatro do Oprimido. Nascido em 1931 no Rio de Janeiro, Augusto Boal formou-se em engenharia química e estudou na Columbia University no final dos anos 40 e início dos anos 50. Em 1962, ele foi convidado a trabalhar com o Teatro Arena em São Paulo, onde permaneceu até 1971, quando ele foi preso, torturado e exilado. Os anos de trabalho dirigindo e escrevendo peças para o Teatro Arena ajudaram-no a começar, lentamente, a desenvolver sua própria metodologia, à qual deu continuidade na Argentina, no Peru, no Equador, em Portugal e em Paris, após ser exilado do Brasil. Esta metodologia posteriormente culminaria no Teatro do Oprimido.
O Teatro do Oprimido é um teatro participativo que fomenta formas de interação democráticas e cooperativas entre os participantes. É um "teatro ensaio" praticado por ‘espect-atores’ (não espectadores), que têm a oportunidade tanto de atuar quanto de observar processos de diálogo e pensamento crítico empoderadores. No Teatro do Oprimido, o ato teatral é vivenciado como uma intervenção consciente, como um ensaio para uma ação social baseada na análise coletiva de problemas comuns. A metodologia pode ser dividida em diversas técnicas utilizadas por Augusto Boal: Teatro Imagem, Teatro-Jornal, Teatro Invisível, Teatro-Fórum, Arco-Íris do Desejo e Teatro Legislativo.
Sobre o Teatro do Oprimido:
Augusto Boal e o Teatro do Oprimido https://fb.watch/aOfg2gT8ah/

https://portaldosatores.com/2018/05/02/vida-e-obra-augusto-boal/







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