Oficina Livre de Teatro - Metodologia do Teatro do Oprimido

"A teatralidade é essencialmente humana. Todo mundo tem dentro de si o ator e o espectador. Representar num 'espaço estético', seja na rua ou no palco, dá maior capacidade de auto-observação. Por isso é político e terapêutico." (Augusto Boal)

Venha participar nos dias 04 e 18 de julho às 14 horas na Rua Dr. Paulo Furtado de Oliveira, 370 - Paróquia Santa Cruz - A Oficina Livre de Teatro do Oprimido (TO) é um espaço de aprendizado prático e experimental focado na metodologia criada pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal. Utilizamos jogos, exercícios e técnicas teatrais para desmecanizar os corpos e mentes.
Informações e inscrição : 11 958251593 - Sem limite de idade.




Oficina Livre de Teatro do Oprimido (TO) um espaço de aprendizado prático e experimental focado na metodologia criada pelo teatrólogo brasileiro Augusto Boal. Utilizamos jogos, exercícios e técnicas teatrais para desmecanizar os corpos e mentes, permitindo que atores e não atores transformem realidades sociais e pessoais.

Mediação: Lúcia Peixoto*
Metodologia: Estética do Teatro do Oprimido

Jogos Teatrais: Exercícios físicos e sensoriais para "desmecanizar" o corpo e a mente.

Teatro Imagem:
Uso do corpo para criar estátuas que representam sentimentos ou situações de opressão sem o uso da palavra.

Teatro Fórum:
Encenação de um problema onde o público é convidado a interromper a cena e substituir o protagonista para tentar mudar o desfecho opressor

A oficina de teatro é um espaço de aprendizado prático e experimental voltado para a arte teatral. É um formato de curso mais dinâmico e participativo do que uma aula expositiva tradicional, focando na vivência e na descoberta através de jogos, exercícios e atividades. A oficina de teatro proporciona um ambiente seguro e acolhedor para explorar a expressão individual e coletiva, desenvolvendo habilidades teatrais e estimulando a criatividade de maneira divertida e engajadora.


* Lúcia Peixoto: Professora, escritora, poeta, novelista e artesã, Lúcia Martins Peixoto nasceu em 1970 em Rondon, Paraná, num pequeno sítio às margens do Rio Água do Rato. Migrou para São Paulo em 1983, onde viveu na Vila Nova Cachoeirinha, zona norte de São Paulo até 2002. Fixando residência em Caieiras-SP. Operária Têxtil por 15 anos, Educadora Social e Assistente Técnica na Assistência Social por 5 anos. Ingressou como Professora de Filosofia no Estado de São Paulo, em 2009. Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada em Filosofia com Especialização em Metodologia do Ensino da Filosofia e Arte Terapia. Militante das Pastorais Sociais da Igreja católica e dos Movimentos em Defesa da Criança e do Adolescente, Direitos Humanos e Comunicação Social. Membro da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) e da Aproffesp (Associação de Professores/as de Filosofia e Filósofos/as do Estado de SP) a qual presidiu de 2018-2020. Autora de poemas diversos publicados na Coletânea Poesias pela Editora, Palavra é Arte, 43ª Edição. 2017 Autora e diretora de peças teatrais inspiradas no Teatro do Oprimido: Criação da Criatura; Autoflagelação; Prelúdio do Apocalipse; o Auto da Puberfose; Sankeja Kavamadiz; Igual, mas diferente; Quatro Garotas e um destino; Sebo e o Cinza do Meu Mundo Azul e Rosa (Texto Autobiográfico que será lançado em livro em breve).

"Liberdade para parafrasear Boal
Transgredir...
Invadir a cena...
Autora, atriz e espectadora a um só tempo...
Misturando ficção e realidade...
Paradoxos e idiossincrasias...
Reticências...
A arte da concretude da vida!"
Lúcia Peixoto

Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia
Graduada em Ciências da Religião,
Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia,
com Especialização em História e Arteterapia

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