quarta-feira, 22 de março de 2017

BORA LÁ... APESAR DE TEMER!!!


Apesar de Temer...
Da Carne Fraca
Da Sujeira que a Lava Jato não Lava
De Parlamentares que legislam em causa própria
De "Reformas" que desmontam o País
Do engodo da Mídia vendida
Do Gigante que ainda permanece adormecido
Amanheci cantarolando Chico Buarque de Holanda
Vou vestir meu melhor sorriso e seguir a Banda

Cantando coisas de amor!!!

https://www.letras.mus.br/chico-buarq...

sexta-feira, 10 de março de 2017

Somos Sementes da Revolução!!!

É assim que eu me sinto bem
Em Marcha, no meio do povo
POVO SEM MEDO
Povo que luta pra defender seus direitos
Colegas de labuta unidos
Por amor, vocação, ou simples teimosia
Escolhemos a Educação por profissão
Nos tornamos artistas na arte de sobreviver
As vezes eruditos no chão da sala de aula
Por vezes circenses (feitas de palhaç@s mesmo)
Por um Estado Opressor
Ainda que desvalorizad@s
Sabemos bem nosso valor
Somos Elos de uma mesma corrente
Punhos sempre erguidos
Vozes enrouquecidas
Junt@s gritamos NÃO
Não ao Governo Golpista
Não as "reformas" que tiram direitos
Não ao Salário Aviltante
Não! "Não queiram nos enterrar"
Somos sementes de Revolução!

quinta-feira, 9 de março de 2017

SEM TEMER... NÃO TEMER!



SEM TEMER...
No 08 de Março tomamos as ruas 
Exigimos o que nos foi usurpado
Respeito e dignidade
Em casa... Na rua... No trabalho... Na pista de dança... No Boteco...
Sóbrias ou embriagadas
Em nosso corpo ninguém entra sem ser convidad@
Não vamos assistir caladas
Nosso país ser devastado por um Golpista Reacionário!
NÃO TEMER...
Essa cadeira não é sua 

Pertence por Direito a uma Mulher
Presidenta Democraticamente Eleita
Então não nos venha falar qual é o nosso lugar
Somos Recatadas quando e se queremos
Amamos e intendemos de economia do Lar
Educamos nossos filh@s
Amamos noss@s Parceir@s

Somos companheiras e não propriedade.

RESPOSTA "QUASE POÉTICA" AO PENSAMENTO REACIONÁRIO, GOLPISTA E MACHISTA!


http://g1.globo.com/politica/noticia/mulher-ainda-e-tratada-como-figura-de-segundo-grau-no-brasil-diz-temer.ghtml

terça-feira, 7 de março de 2017

8M: Feliz Dia Internacional da Mulher que Luta!

"Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância..." (Simone de Beauvoir)

Salve mulherada...
Porque hoje é dia 8 de março
E não só por ser 8 de março Dia Internacional da Mulher
Porque todo dia é nosso dia
E todos os lugares são nossos lugares!

BORA LÁ COMPANHEIRADA APESAR DE TEMER... NOSSA POESIA HÁ DE FLORESCER E DIAS MELHORES VIRÃO!



"As mulheres irão parar neste 8 de março! Nas ruas e nas lutas!
Com base nas fortes manifestações que ocorreram em vários países da América Latina contra os feminicídios, violência de gênero e o brutal assassinato da adolescente Lucía Pérez que motivou a campanha nas redes sociais “Ni Una a Menos”, feministas argentinas fizeram um chamado à construção de uma greve internacional de mulheres, a ser realizada no próximo dia 8 de março. Cerca de trinta países estão se mobilizando e convocando uma greve geral. No dia 21 de janeiro, após a Marcha das Mulheres ter levado milhares as ruas nos EUA contra Trump, ativistas feministas e um grupo de intelectuais importantes como Angela Davis e Nancy Fraser lançaram um manifesto, reiterando o convite das argentinas, convocando para que todas deixem seus postos de trabalho e tomem as ruas por mais direitos.
A ideia é mobilizar as mulheres na luta pelo fim da violência de gênero e das desigualdades alinhada às preocupações econômicas, a luta da classe trabalhadora. Que nenhuma demanda específica fique de fora, ou seja, das mulheres trabalhadoras, negras, trans, imigrantes, refugiadas, desempregadas, etc.
No Brasil, as estatísticas tanto sobre violência quanto as desigualdades são alarmantes! As mulheres no nosso país também são vítimas de uma onda de violência de gênero. Lamentavelmente, o machismo ainda está muito arraigado. Somos o quinto país com a maior taxa de feminicídio do mundo; a cada 11 minutos um estupro é registrado; cumprimos dupla e tripla jornada de trabalho; ainda recebemos salários 30% menores que os homens na mesma função; e, a reforma da previdência proposta pelo (des)governo pretende equiparar a idade de aposentadoria para homens e mulheres mesmo sabendo que nesse país não existe déficit previdenciário.

 Os homicídios de mulheres negras aumentaram 54% em dez anos no Brasil, passando de 1.864, em 2003, para 2.875, em 2013. Enquanto, no mesmo período, o número de homicídios de mulheres brancas caiu 9,8%, saindo de 1.747 em 2003 para 1.576 em 2013. É o que aponta o Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil, estudo elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), divulgado hoje (9).
Em 2013, 13 mulheres foram mortas por dia no país, em média, um total de 4.762 homicídios.
Nesta edição, segundo a Flacso, o estudo foca a violência de gênero e revela que, no Brasil, 55,3% desses crimes aconteceram no ambiente doméstico, sendo 33,2% cometidos pelos parceiros ou ex-parceiros das vítimas. Com base em dados de 2013 do Ministério da Saúde, ele aponta ainda que 50,3% das mortes violentas de mulheres são cometidas por familiares.
Sobre a idade das vítimas, o Mapa da Violência aponta baixa incidência até os 10 anos de idade, crescimento até os 18 e 19 anos, e a partir dessa idade, uma tendência de lento declínio até a velhice.
O país tem taxa de 4,8 homicídios para cada 100 mil mulheres, a quinta maior do mundo, conforme dados da Organização Mundial da Saúde que avaliaram um grupo de 83 países, informou a Flacso.
O Mapa da Violência é um trabalho desenvolvido pelo pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz que, desde 1998, já divulgou 27 estudos. Todos eles, segundo a Flacso, trabalharam a distribuição por sexo das violências, sejam suicídios, homicídios ou acidentes de transporte, mas em 2012, dada a relevância do tema e as diversas solicitações nesse sentido, foi elaborado o primeiro mapa especificamente focado nas questões de gênero.
Homicídios de Mulheres no Brasil
De 1980 a 2013, foram vítimas de assassinato 106.093 mulheres. Entre 2003 e 2013, o número de vítimas do sexo feminino passou de 3.937 para 4.762, incremento de 21,0% na década.
Segundo o Mapa da Violência, diversos estados evidenciaram “pesado crescimento” na década, como Roraima, onde as taxas de homicídios femininos cresceram 343,9%, ou Paraíba, onde mais que triplicaram (229,2%). Entre 2006, ano da promulgação da Lei Maria da Penha, e 2013, apenas em cinco estados registraram quedas nas taxas: Rondônia, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro.
Vitória, Maceió, João Pessoa e Fortaleza encabeçam as capitais com taxas mais elevadas no ano de 2013, acima de 10 homicídios por 100 mil mulheres. No outro extremo, São Paulo e Rio de Janeiro são as capitais com as menores taxas.
O lançamento da pesquisa conta com o apoio do escritório no Brasil da ONU Mulheres, da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde e da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.

O estudo completo sobre homicídio de mulheres no Brasil está disponível no site do Mapa da Violência.

 POETIZANDO A LUTA NOSSA DE CADA DIA!
  
Se março é nosso mês?
Sim como seus onze irmãos o são
Se é especial?
Sim março é especial
Porque tomamos o Dia 8
Há mais de 100 anos
Assumimos nosso rosto feminino
Preludiando na Rússia a Revolução
Vestindo-nos de vermelho
Rosa Choque
Roxo lilás
Empunhando bandeiras de luta
Dividimos o trabalho privado (não é só nosso o trabalho do lar).
Ocupamos o lugar público
Nos empoderamos do que é nosso
Pra fazer o que nos der na telha!

sexta-feira, 3 de março de 2017

8M: DIA INTERNACIONAL DA MULHER!

08 DE MARÇO DIA DA MULHER PARAR E EXIGIR O QUE É SEU POR DIREITO!

A luta das Mulheres por emancipação, contra a cultura machista e em defesa de direitos básicos e trabalho digno tem marcado fortemente a história, eclodindo fortemente no início do Século XX com a Segunda Revolução Industrial e a Segunda Guerra Mundial, quando a mão-de-obra feminina passa a ser explorada em massa de forma aviltante na indústria, em condições  de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, com uma jornada diária de cerca de 15 horas as trabalhadoras  se organizam em frequentes protestos que se espalham pelo mundo inteiro. Um dos mais marcantes foi o ocorrido em 25 de março de 1911, na fábrica Têxtil da Triangle Shirtwaist em Nova Iorque que resultou no terrível incêndio que vitimou 146 trabalhadores – a maioria costureiras. Frequentemente se relaciona o Dia Internacional da Mulher a esse acontecimento nefasto, que embora tenha sido determinante para fomentar a luta não foi o único.

PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS HISTÓRICOS NO MUNDO:
Em 1907, Clara Zetkin Organiza o I Congresso de Mulheres Socialistas, com Rosa Luxemburgo e Alexandra Kollontai, chamam os vários partidos socialistas a entrar na luta pelo sufrágio feminino.
1908 Estados Unidos - Cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país.
1909 Estados Unidos _ Partido Socialista convoca um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.
1910 Dinamarca - II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na, quando é apresentada uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher que foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.
1911 Alemanha, Suíça, Áustria e Dinamarca - Primeira grande manifestação pela emancipação das mulheres trouxe às ruas mais de um milhão de cidadãs.
1915 Suíça - Congresso Internacional de Mulheres contra a Primeira Guerra Mundial.
1917 Rússia – Greve das mulheres que deflagrou início da Revolução Russa, quando aproximadamente 90 mil operárias se manifestaram contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz"
1921 Rússia - A III Internacional Socialista define, em Moscou, o 8 de Março como o dia para se publicitar internacionalmente as lutas pela libertação das mulheres.
1921 ONU - Assinatura do primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres (que só será validado 20 anos depois)
1945 ONU - Validado o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres.
1960 Mundo Todo - Movimento Feminista se espalha e ganha força no mundo. Surge o novo feminismo, em paralelo com a luta dos negros norte-americanos pelos direitos civis e com os movimentos contra a Guerra do Vietnã.
1975  Mundo Todo - Comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher 
1977 Nações Unidas – Dia 08 de Março Reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas como Dia Internacional da Mulher

CONQUISTAS DAS MULHERES NO BRASIL:
1920 Movimento sufragista brasileiro em prol dos direitos da mulher ganha força, nas décadas de 20 e 30 intensificam-se as reivindicações à participação política.
1932 Conquista do Direito ao Voto, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.
1960 A partir da década de 60, o movimento incorporou questões que necessitam melhoramento até os dias de hoje, entre elas o acesso a métodos contraceptivos, saúde preventiva, igualdade entre homens e mulheres, proteção à mulher contra a violência doméstica, equiparação salarial, apoio em casos de assédio, entre tantos outros temas pertinentes à condição da mulher.
2006 Lei 11.340/06 Cria  Lei Maria da Penha mecanismos para coibir e prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher.
2015 Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104) A aplicação da norma se junta à lei Maria da Penha e às políticas criadas para prevenir e punir atentados, agressões e maus-tratos, em uma demonstração do empoderamento das mulheres.
2017 11 anos depois de promulgada da Lei Maria da Penha o Brasil ainda registra dados alarmantes de violência contra a mulher.
·       13 mulheres são assassinadas por dia no Brasil (Fonte: MS/SVS/CGIAE – Sistema de Informações sobre Mortalidade – SIM).
·       A cada cinco minutos uma mulher é agredida no Brasil (Mapa da Violência 2012 – Homicídio de Mulheres).

·       A cada 2 horas uma mulher é vítima de homicídio, 372 por mês. (Instituto Avante Brasil – IAB a partir de dados do DataSUAinda hS, do Ministério da Saúde – Mapa da violência 2012)

BORA LÁ COMPANHEIRA... FLORIR AS RUAS COM NOSSOS SONHOS E JUNTAS GRITAR NÃO CONTRA TODA E QUALQUER FORMA DE OPRESSÃO!


EU PARO E GRITO, NÃO!
 Eu mulher!
46 anos de uma vida feminina
Passos lentos e apressados
Equilibrando-me no fino fio que é a vida
Menina franzina (La na roça)
Despertava com a Aurora
Fixava o olhar no horizonte
Perdia-me toda nos raios do sol nascente
E quando moça faceira tardava a dormir
Sempre a espreitar os mistérios do Crepúsculo
Ah! Quantas cantigas de roda
Quantos poemas de amor
Quanto riso, quantas lagrimas
Forjaram-me no chão batido da fabrica
8 horas de labuta diária
A marmita quase sempre meio que fria
O salário menos que mínimo, visto tudo o que vinha descontado
Os descontos era coisa que ninguém entendia
Chamaram o sindicato pra explicar
E lá veio a companheira com carro de som
Voz de quem sabia o que falava
(dizem que hoje já não é mais a mesma)
Mas naquele dia vi o Bom Retiro parar
Costureiras de braços cruzados
Patrões Judeus, Coreanos, Brasileiros tiveram que explicar!
E a companheira que falava bonito no microfone
Disse que no dia seguinte seria 8 de março
Dia Internacional da Mulher
Dia de celebrar a luta das operarias queimadas
Um arrepio de indignação diante da historia narrada
Foi então que assustada ouvi, meu grito de Não!
Não mais escrava de um sistema nefasto!
Não a exploração da minha classe!
Não!
Não fui mais uma menor escravizada
Com 16 anos me fiz mulher operaria sindicalizada!
Nos 29 anos seguintes
Comi muito ovo frito na marmita mal esquentada
Fui “amassada” Em ônibus coletivos lotados
Atrasei o crediário das Casas Bahia
Tive meu nome protestado
Casei, separei, engravidei, pari..amei!!!
E junto essas letras mal rimadas
Pra dizem sou mulher de luta
Como tantas outras camaradas
Grito não a qualquer forma de opressão!

quarta-feira, 1 de março de 2017

Dandara a Guerreira de Palamares

Quando eu era criança, tanto na escola, quanto no entretenimento, ninguém me contou sobre as mulheres negras quilombolas que lutaram contra a escravidão no Brasil. Eu não sabia que elas existiram até me tornar adulta, quando, depois de ouvir uma amiga mencioná-las, resolvi pesquisar por conta própria em livros e sites disponíveis.
aslendasdedandara
Nos livros, não as encontrei. Talvez, se eu tivesse mais dinheiro e se uma maior diversidade de livros estivesse ao meu alcance – algo que inclui o material que está a venda nas livrarias e nos sebos, ou mesmo o material nas bibliotecas -, eu pudesse ter lido algo sobre as histórias dessas mulheres.
Entre todas as mulheres negras que descobri depois de crescida, Dandaracontinua sendo aquela que mais me inspira e, por isso, transformei em personagem principal do meu primeiro livro: As Lendas de Dandara. O fato de ter um status de lenda, das informações a seu respeito serem poucas e até mesmo de existência controversa, é algo que me instiga. É como se Dandara fosse a junção de todas as outras guerreiras e líderes que foram mulheres fortes, corajosas e que transformaram a sociedade. E, por isso, quero conhecê-la mais profundamente.
Seria incrível se as escolas falassem sobre Dandara, se ela fosse apresentada como referência da luta das mulheres negras no período colonial e escravista. A partir dela, outros nomes imprescindíveis surgiriam, tais como Tereza de Benguela, que foi rainha de um quilombo forte e muito bem organizado, com um sistema político de sucesso e com atividades importantes de agricultura, produção de tecidos e também produção de armas.
Assim como Dandara, muitas outras mulheres negras foram as responsáveis por traçar estratégias de batalhas e revoltas, foram líderes firmes e agiram com inteligência e coragem em prol daqueles que seguiam suas lideranças. E se todas as crianças e adolescentes aprendessem que essas mulheres existiram, muita coisa poderia ser diferente em nosso país, porque muita coisa seria diferente na mente desses alunos e até mesmo dos professores.
Se toda criança conhecesse Dandara e, por consequência, todas as outras líderes negras da nossa história, grandes lacunas seriam preenchidas. A representação é, sem dúvida, uma das mais importantes, uma vez que os jovens negros ainda crescem sem aprender que a população negra brasileira e seus ancestrais no continente Africano foram pessoas incríveis, inteligentes e capazes e que desenvolveram muitas coisas para o bem da humanidade. Algo que, na verdade, todas as pessoas precisam reconhecer.
Além disso, fazendo justiça à história e contribuição da África e de seus descendentes, uma lacuna na autoestima é sarada. Com isso, o combate ao racismo avança, a conscientização aumenta e nós podemos nos tornar uma sociedade menos racista, onde ser negro não seja algo associado com qualidades ruins e inferioridade, mas com uma cultura repleta de heroínas inspiradoras e de feitos admiráveis.
A história do Brasil ensinada nas escolas ainda esconde Dandara; os livros nas grandes livrarias também não a mostram. Mas se ela não está acessível, se sua história não está disponível para ser conhecida, como as crianças e adolescentes poderão descobrir tudo o que ela representa?
Dandara dos Palmares, cercada por fatos e por lendas, é uma mulher em quem todas as pessoas devem se inspirar; ela é importante para discutir a escravidão em sala de aula e para debater o machismo em sociedade. Ela é importante para combater o racismo na nossa cultura. Dandara dos Palmares é fundamental para o mês de novembro e para a consciência negra, tanto quanto é importante para nossa educação e imaginação. É por isso, e por muitas outras razões, que toda criança merece conhecer Dandara.

Adquira o livro As Lendas de Dandara:
www.aslendasdedandara.com.br
http://www.revistaforum.com.br/questaodegenero/2015/11/09/que-toda-crianca-conheca-dandara/

Lúcia Peixoto - Presidenta da APROFFESP Convida para às Plenárias de 22/...

ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES/AS DE FILOSOFIA E FILÓSOFOS/AS  DO ESTADO DE SÃO PAULO CONVIDA - Plenárias Regionais e Plenária Estadual TEMÁTI...