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Mostrando postagens de 2024

Acordei: Última segunda feira de 2024

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Acordei: Última segunda feira de 2024 "Bom dia Abre a janela, deixa o sol entrar Sorria Veste tua alegria que o melhor virá..." Naiara Terra* Acordei bem cedo nesse 30 de dezembro de 2024 Sem despertador Sem planejamento Simplesmente, acordei! Ruminei, ainda deitada por um longo tempo Por fim me levantei De proposito pisei no chão com o pé esquerdo Diante do espelho saudei as marcas do tempo Reconhecendo no sorriso preocupado da jovem senhora Aquele ar maroto da menina que corria descalça pelos cafezais Me vesti de vermelho Abri a janela Fiz Selfie Sem filtro me publiquei! *  Naiara Terra:   https://youtu.be/xl9u-ZWkW9E?si=FS-tJzrqhCStqyX7 Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda em Arteterapia. Siga nas redes sociais: Instagram @profa.luciapeixoto https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto

Miniconto do fim...

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Bom dia Porque hoje é sábado O último do ano 2024 se finda como finda-se também A tinta da caneta... Bora lá Recarregar o tinteiro Colorir novas folhas Parafrasear poetas "Porque quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, chamando de ano, foi genial. Industrializou a esperança, fazendo a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez..." #profaluciapeixoto "Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos. Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra adiante vai ser diferente Para você, desejo o sonho realizado. O amor esperado. A esperança renovada. Para você, desejo to...

Viajo com Delma Gonçalves

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Sororidade poética É ler uma poesia Olhar no olho de outra poeta E vê a si mesma refletida! Lúcia Peixoto Viagem "Viajo em mim para um lugar que não conheço Lá estão meus tropeços Meus deslizes O que restou enfim Do meu eu soturno Da timidez inclusa Do manto véu confuso... Dos absurdos Do que ficou no meio do muro Do meu colorido corpo excluso Oculto no escuro Insisto na esperança revolucionária No futuro do presente Do que se esconde Dentro do meu ser e que procuro ver Na metafisica aristotélica Restos de minha estrutura suburbana Utópica... volitiva... autônoma... Da ética, da estética... Da poética imagética Eclética... Do que tenho que aprender Do que ainda tenho nessa vida A oferecer!" Delma Gonçalves Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda em Arteterapia. Siga nas redes sociais: Instagram @profa.luciapeixoto https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto

Escrevivências: Gratidão à natalidade!

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Manhã do dia 25 de dezembro de 2024 Despertei de roupa nova Presente da minha amiga secreta Filha Natalia Sofia, camarada de toda a existência Alma inspirada por Travessias de AMANAÃ* Presente de uma nova amiga, nora Beatriz Presente do coração do meu filho Guilherme! Assim enriquecida Com estes, e todos os presentes que a vida me deu Pai João e Mãe Aurora (Já encantados) Meus sete irmãos, sobrinh@s, de sangue e de coração Agradeço aos deuses e deusas da natalidade! E sigo semeando gratidão! * AMANAÃ é um ser intuído pelo poder de seis mulheres negras. Uma energia que passa de raiz à semente. O livro apresenta as travessias de cada uma neste mundo em diáspora. https://www.libretos.com.br/editora-libretos-loja/areas/poesia/travessias-de-amanaa.html "Dizem para eu andar na linha, mas escolhi a corda bamba. E jurava que tecia meu enredo e desenredava meu caminho, mas não via que já estava tudo traçado na palma da mão." Carmen Lima Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia,...

Prosa de domingo: Eu com meus botões

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Porque hoje é domingo... Levantei um pouco mais tarde (apesar de ter acordado muito cedo) Deixei-me na cama entregue a inércia (O que só é possível nas manhãs de domingo) Por fim encarei o espelho e me sorri Elevei uma prece (Cantarolei a oração do tempo*) Gratidão pelas marcas deixadas na pele Já passaram por mim mais de cinquenta primaveras Desde aquele julho de 1970 Quando deixei o ventre de minha mãe Aurora Acolhida pelas mãos pretas da Dona Bilú (nossa doula querida) Lavada, enfaixada, embrulhada pela avó Lídia Aos berros anunciei minha chegada "Essa vai ser braba!" Sentenciou meu pai João! Foram muitas geadas Corridas atrás do rastro do Sol Cantigas entre hortências, margaridas e rosas (Que saudades do jardim lá de casa) Veio a diáspora... A Usina de cana O latifúndio engolindo os sítios A terra toda tombada Os colonos juntado seus "trens" Lavrador virou boia fria Meus pais com os oito filhos na bagagem migraram. São Paulo no início da década de 80 (já não er...

Instantes

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Eu canto Porque existo Sou alegre e sou triste Poetizo a concretude da vida Filosanfando sobre meus paradoxos Recitando os Motivos de Cecilia Meditando conselhos estoicos Elaborando teses Extraindo atítese Fazendo síntese Parafraseio Nunca plageio! Motivo "Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço, — não sei, não sei. Não sei se fico ou passo. Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo: — mais nada." Cecília Meireles "Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida". – Sêneca.

Miniconto: Madrugada

Meio resfriada Meia fatigada Acordou de madrugada  Pensou em Drummond  Nas pedras do caminho Sentido o tempo passar Como o fio de Rubem Alves  Abraçou suas lembranças  E voltou a dormir! “Senti que o tempo é apenas um fio. Nesse fio vão sendo enfiadas todas as experiências de beleza e de amor por que passamos. Aquilo que a memória amou fica eterno.”  Rubem Alves  https://farejadorfilosoficoo.blogspot.com/2021/12/senti-o-tempo-rubem-alves.html

Projeto Imersão Literária indica Um certo livro de areia para deleite nas férias

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"Ler é ventar palavras, é inventar...  e palavras são miragens nos desertos férteis dos livros de areia" Adriano Bitarães Netto O Projeto Imersão Literária deseja à comunidade escolar Otto Weiszflog um Feliz Natal e um 2025 repleto de boas realizações. Para leitores de todas as idades indicamos para deleite nas férias o livro  Um certo livro de areia  de  Adriano Bitarães Netto  com ilustrações de  Mateus Rios , uma conversa entre o autor e o leitor, uma “viagem” por um terreno de areia em que as personagens e paisagens que se encontram pelo caminho são arquétipos ou metáforas de elementos de um texto. As personagens são o Autor, o Leitor, o Menino/Homemiragem, a Velhinha, o Cavaleiro, o Espantalho. Não existe uma história propriamente dita, mas diálogos metalinguísticos, que comentam sobre a arte literária e homenageiam clássicos e histórias folclóricas. Boa viagem! Siga nossas Redes Sociais: Instagram: @projetoimersaoliteraria https://www.facebo...

Lembranças...

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Lembranças... Ah, que saudades que tenho das manhãs de outrora. De quando menina acordava bem cedo para surpreender a aurora. De quando mocinha via o sol nascer sem ter dormido, depois de passar a noite sonhando acordada. Da maturidade, da maternidade, daquelas manhãs corridas, sorridas e algumas choradas. Saudades do último instante de hoje, do café amargo, da inércia, do dia que está por vir... Carpe Diem 😘 🦉 #profaluciapeixoto #filosofa #poetizando

Minicanto: Hoje!

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Hoje o sol Se escondeu Bati cara e cantarolei... " Por que esperar Se podemos começar Tudo de novo? Agora mesmo" "Quando o sol bater Na janela do teu quarto Lembra e vê Que o caminho é um só Por que esperar Se podemos começar Tudo de novo? Agora mesmo A humanidade é desumana Mas ainda temos chance O sol nasce pra todos Só não sabe quem não quer Quando o sol bater Na janela do teu quarto Lembra e vê Que o caminho é um só Até bem pouco tempo atrás Poderíamos mudar o mundo Quem roubou nossa coragem? Tudo é dor E toda dor vem do desejo De não sentirmos dor Quando o sol bater Na janela do teu quarto Lembra e vê Que o caminho é um só" https://m.letras.mus.br/legiao-urbana/22494/ Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda em Arteterapia. Siga nas redes sociais: Instagram @profa.luciapeixoto https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto

Miniconto: O Caminho

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" A vida é uma viagem, não o destino, Aprenda a aproveitar o passeio..." Vá sem pressa... Contemple a paisagem à beira do caminho Respire, aspire, transpire Colha o melhor de cada dia Carpe Diem! "Colha o dia, confia o mínimo no amanhã. Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses darão a mim ou a você, Leuconoe, com os adivinhos da Babilônia não brinque. É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho. Se muitos invernos Júpiter te dará ou se este é o último, que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar. Tirreno: seja sábio, beba seu vinho e para o curto prazo reescale suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está fugindo de nós. Colha o dia, confia o mínimo no amanhã. Podemos sempre ser melhores. Basta pensarmos melhor." Horácio

Manhãs chuvosas...

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Manhãs chuvosas deveriam rimar com inercia Necessidade de deixa-se Ficar em acalento Ouvindo a cantiga das finas gotas d'água O melodioso assoviar do vento O reger de telhas envelhecidas O Pulsar do coração A respiração... Aspirar o cheiro das rosas Expirar dentes-de-leão! Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós-graduanda em Arteterapia Siga nas redes sociais: X: @lluciafilosofa Instagram @profa.luciapeixoto https://www.facebook.com/profa.LuciaPeixoto

Miniconto: Unhas...

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Numa tarde de domingo Ela pintou calmamente as unhas Ele roeu as suas ansiosamente Ele encantou-se com o colorido Ela deixou-se encantar pelo encantamento Eles estenderam as mãos Elas se tocaram Depois o que aconteceu... As unhas não me contaram!

Clássicos da Literatura Brasileira: Ana Maria Machado (Primeiro mar)

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O projeto Imersão Literária, convida ao mergulho no vasto e poético mar de Ana Maria Machado*  “Assombrações ou alumbramentos ou espantos ou maravilhamentos, pequenos momentos que se procuram traduzir em palavras, de uma maneira que não é lógica, objetiva, mas que demonstra uma maneira imaginária de ver o mundo”. Primeiro mar "Tantas páginas lidas muito antes Tantos livros que enchiam as estantes Tantos heróis a povoar os sonhos Tantos perigos, monstros tão medonhos Nos tempos sem tevê e sem imagem Palavras fabricavam paisagem Tesouros, mapas, ilhas tropicais, Argonautas, recifes de corais, Perigos na neblina entre rochedos, Vinte mil léguas cheias de segredos. Histórias de naufrágio e abordagens, Ulisses, Moby Dick, mil viagens, Robinson, calmarias, um motim, Descobertas, veleiros, mar sem fim." *ANA MARIA MACHADO nasceu no Rio de Janeiro, em 1941. Sexta ocupante da Cadeira nº 1, eleita em 24 de abril de 2003, na sucessão de Evandro Lins e Silva e recebida em 29 de agosto de...

Filósofa à Quintanear!

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Hoje minha poesia amanheceu assim Meio rasgada Remendada Customizada Com vontade própria Vestiu um Jeans à anos 80 E saiu por ai A Quintanear... Lúcia Peixoto "Todos estes que aí estão Atravancando o meu caminho, Eles passarão. Eu passarinho!" Mario Quintana Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda em Arteterapia. Siga nas redes sociais: Instagram @profa.luciapeixoto https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto

Miniconto: Acróstico

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Não havia nada especial para contar Por hábito ou disciplina Contemplou a página em branco Semeou reticências! R espeitando E sperançando T eimando I nsistindo C ompilando E ssências N ecessárias C ompassivas  I nefáveis A l truísta  S erene  Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda em Arteterapia. Siga nas redes sociais: Instagram @profa.luciapeixoto https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto

Miniconto: Perfume

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As flores eram artificiais O perfume germinava da alma infante hospedada no corpo pós balzaquiano Onde pulsa a vida. Lúcia Peixoto Vida “Alguns há que pensam que a vida é coisa biológica, o pulsar do coração, uma onda cerebral elétrica. Não sabem que, depois que a alegria se foi, o corpo é só um ataúde. E aí os teólogos e médicos, invocando a autoridade da natureza, dizem que a vida física deve ser preservada a todo custo... mas a vida humana não é coisa da natureza. Ela só existe enquanto houver a capacidade para sentir a beleza e a alegria. ” Rubem Alves https://souecologico.com.br/revista/edicoes-anteriores/edicao-10/rubem-alves/ Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda em Arteterapia. Siga nas redes sociais: Instagram @profa.luciapeixoto https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto

Filósofa poetizando: Lúcia Peixoto

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"Bora lá...   "Nos fortalecer com tudo o que não pode nos matar" Sobre minha filosofia É meio assim Como minha poesia Repleta de reticências e rimas quebradas! Retrato de meus paradoxos e idiossincrasias Meio Assim!!! Como copo d'água Nem cheia... Nem vazia... Ao meio... De ressaca literária! Entre escrever uma crônica sobre as injustiças do mundo Ou um poema de amor ... ... ... Na falta de palavras Excedo nas reticencias! ... ... ... Quebro as rimas Deito sobre o papel branco, palavras  Meia águia dilacerada (arrancando bico e unhas) Meia Fênix esperançada (Aguardando que minhas cinzas renasçam) Meio Sarastruta na corda bamba! "É preciso ter o caos dentro de si para gerar uma estrela dançante". Nietzsche escreveu em "assim falou Zaratustra. Para ler:   https://www.ebooksbrasil.org/adobeebook/zara.pdf Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda e...

Escrevivência: Lúcia Peixoto

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Acordou Saboreou o café amargo Esquentou o pão na frigideira Sorriu Revisitando suas escrevivências! "Numa manhã de outrora O café estava doce O pão fresco A vida amarga e mofada!". Em dias como aqueles Silenciava Ouvindo na memória  A voz calma da poeta. "Quando eu morder a palavra, por favor, não me apressem, quero mascar, rasgar entre os dentes, a pele, os ossos, o tutano do verbo, para assim versejar o âmago das coisas. Quando meu olhar se perder no nada, por favor, não me despertem, quero reter, no adentro da íris, a menor sombra, do ínfimo movimento. Quando meus pés abrandarem na marcha, por favor, não me forcem. Caminhar para quê? Deixem-me quedar, deixem-me quieta, na aparente inércia. Nem todo viandante anda estradas, há mundos submersos, que só o silêncio da poesia penetra." Conceição Evaristo Lúcia Peixoto Filósofa, Professora de Filosofia, Poeta, Artesã, Bacharel em Ciências da Religião, Licenciada e Pós Graduada em Filosofia, Pós graduanda em Arteterap...

GILBERTO GIL - QUILOMBO (El Dorado Negro)

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"Existiu Um eldorado negro no Brasil Existiu Viveu, lutou, tombou, morreu, de novo ressurgiu Ressurgiu Pavão de tantas cores, carnaval do sonho meu Renasceu Quilombo, agora, sim, você e eu Quilombo Quilombo Quilombo Quilombo" Quilombo, o Eldorado Negro Neste 20 de novembro o Projeto Imersão Literária nos convida à aquilombar* Olhar para a nossa história com consciência,  entendendo que "Não dá para falar em consciência humana enquanto pessoas negras não tiverem direitos iguais e sequer forem tratadas como humanas." ( Djamila Ribeiro ) O dia da Consciência Negra é um dia para nos lembrar que a história do Brasil é marcada por séculos de colonização, usurpação de terras e escravização de seres humanos.  Allan da Rosa  em  Zumbi assombra quem?  e  Jarid Arraes  em  As lendas de Dandara  reforçam o que nos diz Djamila Ribeiro, Conceição Evaristo, Gilberto Gil e tantas outras vozes que cantam o direito de liberdade. Quilombo, o Eldorado Negro "Exi...

20 de novembro dia da Consciência Negra: Tempo de aquilombar*

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"Existiu Um eldorado negro no Brasil Existiu Viveu, lutou, tombou, morreu, de novo ressurgiu Ressurgiu Pavão de tantas cores, carnaval do sonho meu Renasceu Quilombo, agora, sim, você e eu Quilombo Quilombo Quilombo Quilombo" Quilombo, o Eldorado Negro Neste 20 de novembro o Projeto Imersão Literária nos convida à aquilombar* Olhar para a nossa história com consciência,  entendendo que "Não dá para falar em consciência humana enquanto pessoas negras não tiverem direitos iguais e sequer forem tratadas como humanas." ( Djamila Ribeiro ) O dia da Consciência Negra é um dia para nos lembrar que a história do Brasil é marcada por séculos de colonização, usurpação de terras e escravização de seres humanos. Allan da Rosa em Zumbi assombra quem? e Jarid Arraes em As lendas de Dandara reforçam o que nos diz Djamila Ribeiro, Conceição Evaristo, Gilberto Gil e tantas outras vozes que cantam o direito de liberdade. Quilombo, o Eldorado Negro "Existiu Um eldorado n...