"Amor tem outro cheiro. Outra natureza. Outra frequência. Outro chamado. É para ser luz pra dois, com todas as sombras de cada um". (Ana Jácomo) Cheiro de flor quando ri é o título de um livro da autora Ana Jácomo, lançado em 2022 pela editora Autografia. O livro reúne textos curtos e poemas em prosa publicados pela autora em seu blog, também chamado "Cheiro de flor quando ri", até 2012. A obra é conhecida por sua sensibilidade e estilo poético. Indicação de André Tigreiro: https://www.youtube.com/live/TAUTRu7z7q4?si=MihXjN0vGs63VaEQ Lúcia Peixoto, Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia Pós graduanda em Arteterapia. Filósofa, Poeta, Novelista e Artesã Siga nas redes sociais: X: @LciaPeixot72061 Instagram: @profa.luciapeixoto Facebook: https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto Tiktok: lucia.p50
Depois de viver intensamente a fase balzaquiana precisei entrer na envelhescência... Tão qual quando adoleci, estou me permitindo me metamorfosear... Que seja longa a transição de preparação para abraçar a velhice que precocemente se avizinha. Lúcia Peixoto Projeto: Mais ou Menos Cinquenta. (Teatro do Oprimido) Objetivo : O Projeto + ou - 50 tem como objetivo oferecer oficinas culturais e fomentar rodas de conversa e ações afirmativas tendo como foco as questões que envolvem os processos da envelhescência. Descrição do projeto: O Projeto nasce da necessidade de acolhimento ao público-alvo, no que se refere ao enfrentamento das questões próprias da envelhescência.* Público-alvo: Pessoas que se auto identifiquem na fase da envelhescência. Justificativa: A envelhescência é uma fase do desenvolvimento humano que ocorre entre a idade adulta e a velhice, marcada por profundas transformações psicossomáticas e pela ressignificação do processo de envelhecer. Período análogo à adoles...
Lendo Veríssimo e tentando lembrar quantas vezes "esbarrei" com outras versões de mim e estava apressada demais para me notar. "Vivemos cercados pelas nossas alternativas, pelo que podíamos ter sido. Ah, se apenas tivéssemos acertado aquele número (unzinho e eu ganhava a sena acumulada), topado aquele emprego, completado aquele curso, chegado antes, chegado depois, dito sim, dito não, ido para Londrina, casado com a Doralice feito aquele teste... Agora mesmo, neste bar imaginário em que estou bebendo para esquecer o que não fiz - aliás, o nome do bar é Imaginário -, sentou um cara do meu lado direito e se apresentou: - Eu sou você, se tivesse feito aquele teste no Botafogo. E ele tem mesmo a minha idade e a minha cara. E o mesmo desconsolo. - Por quê? Sua vida não foi melhor do que a minha? - Durante um certo tempo, foi. Cheguei a titular. Cheguei à seleção. Fiz um grande contrato. Levava uma grande vida. Até que um dia... - Eu sei, eu sei... - disse alguém sentado ao la...
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