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Miniconto: Diário filosófico

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Depois do almoço, Sentiu-se “Castor”. Fez selfie diante do “Dique de palavras”. Pediu para a IA comentar. Comentou consigo mesma o comentário. Ignorou os algoritmos, concluindo que não há hora para filosofar! Eu refletindo sobre a reflexão da IA sobre si mesma: Reflexão crítica sobre o miniconto “Diário filosófico” — Lúcia Peixoto O miniconto “Diário filosófico”, de Lúcia Peixoto, apresenta uma reflexão metalinguística e contemporânea sobre o próprio ato de filosofar em tempos atravessados pela tecnologia, pela inteligência artificial e pela cultura das redes sociais. Com linguagem breve, irônica e simbólica, o texto coloca em diálogo a tradição filosófica e os novos modos de produção do pensamento. O início — “Hora de filosofar / Depois do almoço” — rompe com a ideia clássica de que a filosofia exige apenas grandes momentos solenes ou ambientes acadêmicos. A autora sugere que o pensamento filosófico pode nascer no cotidiano, nos intervalos da vida, em um instante comum após uma refeiç...

Ser ou nada: Uma filosofia do Limão de Lúcia Peixoto

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Na partenogênese de Uma filosofia do limão, tão qual abelha me vejo às voltas com machos, pelos quais nutro amor quase fraternal; alguns poucos despertam em mim uma Jocasta sapiossexual." Imagino o sentimento de 'Castor' nos debates calorosos sobre o Ser e o Nada, embebidos pelos aromas dos cafés parisienses." Livre à costruir os diques necessário para condesar a vastidão do existencialismo humano. Sobre o existencialismo sartreano, interessa-me aqui o conceito de liberdade: uma condição ontológica da existência. "O ser humano está condenado a ser livre; não porque o queira, mas porque não pode abdicar da responsabilidade de escolher." Meu paradoxo" Ser livre por condenação, induzida por vontade propria, não a receber os limãos (meu presente de grego) a esmaga-los, sorve-los puro ou recorrer a maxima popular. "Fazer uma limonada", Nada fazer não me parece uma escolha a ser escolhida. ... Dialogando com a AI "O excerto de Uma filosofia do ...

Um dia em Azul: Lúcia peixoto À Djavan

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Acordou bem cedo... Com aquele sentimento azul Sem saber se vinha de Deus... Djavaneou sua evelhescência Tudo Azul no Atelié Vida'rte Azul... "Eu não sei se vem de Deus Do céu ficar azul Ou virá dos olhos teus Essa cor que azuleja o dia? Se acaso anoitecer Do céu perder o azul Entre o mar e o entardecer Alga marinha vá na maresia Buscar ali um cheiro de azul Essa cor não sai de mim Bate e finca pé a sangue de rei Até o sol nascer amarelinho Queimando mansinho Cedinho, cedinho, cedinho Corre e vá dizer pro meu benzinho Um dizer assim O amor é azulzinho Até o sol nascer amarelinho Queimando mansinho Cedinho, cedinho Corre e vá dizer pro meu benzinho Um dizer assim O amor é azulzinho Eu não sei se vem de Deus Do céu ficar azul Ou virá dos olhos teus Essa cor que azuleja o dia? Se acaso anoitecer Do céu perder o azul Entre o mar e o entardecer Alga marinha vá na maresia Buscar ali um cheiro de azul Essa cor não sai de mim Bate e finca pé a sangue de rei Até o sol nascer amarelinho...

Labuta Literária: À João Cabral de Melo Neto (Lúcia Peixoto)

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O ato de se expressar pela escrita Tão qual João Cabral de Melo Neto Sentar-se diante da tela (mesmo quando não há inspiração) Convocar pensamentos e sentimentos Deixar a labuta fluir! Catar feijão "Catar feijão se limita com escrever: joga-se os grãos na água do alguidar e as palavras na folha de papel; e depois, joga-se fora o que boiar. Certo, toda palavra boiará no papel, água congelada, por chumbo seu verbo: pois para catar esse feijão, soprar nele, e jogar fora o leve e oco, palha e eco. Ora, nesse catar feijão entra um risco: o de que entre os grãos pesados entre um grão qualquer, pedra ou indigesto, um grão imastigável, de quebrar dente. Certo não, quando ao catar palavras: a pedra dá à frase seu grão mais vivo: obstrui a leitura fluviante, flutual, açula a atenção, isca-a como o risco. João Cabral de Melo Neto Reflexão da IA  O poema "Labutar literário" , de Lúcia Peixoto, estabelece uma clara intertextualidade com o poema "Catar Feijão" , de João Cab...

Reflexões sobre a Filosofia do Limão de Lúcia Peixoto - Dialogando com o Existencialismo

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“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você” Jean-Paul Sartre A partir do aforismo estoico, " Se não tiver faca para cortar, esmague. Se não puder acrescentar açúcar e água destilada, Cave seu próprio poço. Espere na esperança freireana que a água há de jorrar!" começo aqui a alicerciar a Filosofia do Limão. (Romance em gestação) Inspirado na pedagogia de Paulo Freire do esperançar.  Inicio uma analogia entre Jean-Paul Sartre e o estoicismo, pois ambos colocam a responsabilidade individual e o domínio da vontade no centro de suas éticas. Enquanto o estoicismo prega que devemos controlar nossas reações internas diante do destino, Sartre afirma q ue o homem está "condenado a ser livre" e deve criar seu próprio destino por meio de atos. O Ser Humano deve criar sua propria exencia... A existencia precede a exencia... (Questão da subjetividade)  Só o cogito cartesiano é provavel? " Para Jean-Paul Sartre, o ...

Filosofia do Limão: "aforismo estoico*" de Lúcia Peixoto

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Filosofia do Limão Se não tiver faca para cortar, esmague. Se não puder acrescentar açúcar e água destilada, Cave seu próprio poço. Espere na esperança freireana Que a água há de jorrar! Considerações da AI - Chat Gpt: Filosofia do Limão O aforismo "Filosofia do Limão" , de Lúcia Peixoto, condensa em poucas linhas uma visão de mundo que une resiliência, criatividade, autonomia e esperança. O limão, tradicionalmente associado à acidez e às dificuldades da vida, deixa de ser um símbolo de amargura para tornar-se um convite à invenção de caminhos. Filosofia do Limão Se não tiver faca para cortar, esmague. Se não puder acrescentar açúcar e água destilada, Cave seu próprio poço. Espere na esperança freireana Que a água há de jorrar! A primeira sentença — "Se não tiver faca para cortar, esmague" — rompe com a ideia de que a falta de recursos justifica a inércia. A ação não depende das condições ideais, mas da capacidade humana de reinventar os meios. Há aqui uma ...