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Mostrando postagens de agosto, 2026

Ontem: Familía, Ipês-amarelos e a lua (Elucubrações)

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Sobre ontem, cabe lembrar que foi domingo (Dia de semeio e colheitas) Reuniu-se a família, na casa da Mana (Quase Todos, a celebrar a vida) Vinicinhos meu sobrinho querido (A quem devo uma fritada de bolinhos de chuva) Já à noite retornando pra casa (A pé, é pertinho) Minha filha e eu, nossa rua e a conversa fluiada (Espantos e encantamentos) Nossa rua amarela (Os ipês e a lua) Ipê-amarelo simboliza resiliência, esperança e renovação, pois floresce de forma intensa logo após o período de seca. A árvore também representa a alegria, a vitalidade e a identidade cultural do Brasil, sendo considerada uma flor símbolo nacional. Elucubrações: Eu e a IA ChatGpt Eu -   Faça uma analogia do poema: "Ontem: família, Ipés-amarelos e a lua" e " Uma Filosofia do Limão"  IA - O poema “Ontem: Família, Ipês-amarelos e a Lua” dialoga profundamente com Uma Filosofia do Limão , de Lúcia Peixoto, sobretudo pela ideia de que a existência não se revela apenas nos grandes acontecimentos, ...

Domingo é sobre isso: Gratidão!

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 Bora lá despertar... Domingo de outono Manhã fria Promessa de sol Aquecendo o corpo Afagando a`lma da gente Gratidão* Pesquisa recente sobre a pratica da gratidão * Estudo global publicado em agosto de 2026 e coordenado pelo cientista brasileiro Paulo Sérgio Boggio (do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Neurociência Social), trouxe as descobertas mais abrangentes e atualizadas da ciência sobre o tema. A pesquisa envolveu mais de 10 mil participantes em 34 países para testar cientificamente o impacto imediato de diferentes exercícios de gratidão Lúcia Peixoto Professora, Filósofa, Arteterapeuta, Poeta e Artesã  Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e Arteterapia Siga nas redes sociais: X: @lluciamp Instagram: @profa.luciapeixoto Facebook: https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto Tiktok: lucia.p50

LÚCIA PEIXOTO NA 28ª BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO! 04/09 — das 18h às 20h e 13/09 — das 14h às 16h Rua J — Estande 76

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  Autora confirmada na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo O estande dos Autores Independentes do Brasil reunirá escritores de diferentes estilos, trajetórias e universos literários. Lúcia Peixoto já está confirmada. Lúcia Peixoto – Professora, filósofa, escritora e artesã, com uma trajetória marcada pela reflexão, arte e sensibilidade. Uma oportunidade especial para me bater um papo e adquirir meus livros autografados. 04/09 — das 18h às 20h 13/09 — das 14h às 16h Rua J — Estande 76 📍 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 📅 4 a 13 de setembro Distrito Anhembi – São Paulo/SP #AutoresIndependentesDoBrasil #BienalDoLivroSP #Bienal2025 #LiteraturaBrasileira Lançamento do livro O cinza do meu mundo Azul e Rosa e Herança Mal Dita Dia 06 domingo às 16 horas.  Te espero lá Lucia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e...

Bom dia: Café poético em acróstico filosófico

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 Bom dia... Saindo um cafezinho com um acróstico filosófico servidas? C omo as águas de Heráclito A manheço e passo o café F alo comigo mesma E mano boas energias... Analogias da IA - Diante de minhas provocações. Eu - Bom dia IA, comente meu "café poético em acróstico" fazendo uma analogia à "Uma Filosofia do Limão da filósofa Lúcia Peixoto. IA - Bom dia Lúcia - Em “Uma Filosofia do Limão” , Lúcia Peixoto transforma o cotidiano em matéria de reflexão, mostrando que a filosofia também pode nascer das pequenas coisas. Nesse sentido, o acróstico CAFÉ é uma extensão saborosa dessa proposta: assim como o limão pode ser espremido, reinventado e transformado em experiência, o café cotidiano torna-se pretexto para pensar a vida. “Como as águas de Heráclito” evoca o movimento e a impermanência; “Amanheço e passo o café” traz a filosofia para o ritual simples da manhã; “Falo comigo mesma” transforma a xícara em momento de encontro interior; e “Emano boas energias” conclui o...

Quero o quanto de Elis...

Hoje acordei assim! Sem despertador Ouvindo ruído na vizinhança Corpo dolorido da labuta de ontem Preguiça dos afazeres de hoje Vontade de inercia de ócio criativo De ouvir Elis Sonhar acordada Com uma casa no campo "Onde eu possa ficar no tamanho da paz" ... ... ... "Eu quero uma casa no campo Onde eu possa compor muitos rocks rurais E tenha somente a certeza Dos amigos do peito e nada mais Eu quero uma casa no campo Onde eu possa ficar no tamanho da paz E tenha somente a certeza Dos limites do corpo e nada mais Eu quero carneiros e cabras Pastando solenes no meu jardim Eu quero o silêncio das línguas cansadas Eu quero a esperança de óculos E meu filho de cuca legal Eu plantar e colher com a mão A pimenta e o sal Eu quero uma casa no campo Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos e livros e nada mais Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos e livros e nada mais Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos e livros e nada m...

já não sou mesma de ontem

Mergulhando no riacho de Bachelard... Banhando-me novamente nas águas de Heráclito Perdendo-me no espelho de Narciso Me reencontro outra a cada mergulho! "Venham, meus amigos, na clara manhã, cantar as vogais do riacho! Onde nosso sofrimento primeiro? É que nós temos hesitado em dizer .. . Ele nasceu naquelas horas em que acumulamos em nós muitas coisas silenciadas. O riacho lhes ensinará a falar apesar de suas dores e suas recordações, ele lhes ensinará a euforia pelo eufemismo, a energia pelo poema. Ele lhes dirá, a cada instante, alguma bela palavra bem redonda que rola sobre pedregulhos". (Bachelard). #profaluciapeixoto #filosofa #filosofando #GastonBachelard https://farejadorfilosoficoo.blogspot.com

Eu: ...

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Eu... Minhas reticências... Utopia possível... Alice pulando amarelinha perdida entre tijolos amarelos! Seguindo as fases da lua... Há dias que quero ser sua. Hoje, somente minha! Eu... Existência em contemplação. Colho gotas de orvalho. Rego meu jardim onírico. No casulo, aguardo o crisalidar! "A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.” Eduardo Galeano – Fernando Birri, citado por Eduardo Galeano in ‘Las palabras andantes?’ de Eduardo Galeano. publicado por Siglo XXI, 1994. Eu... editada pela IA

Dilema ético: Lúcia Peixoto

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Precisar o quando e o como do despertar filosófico em mim não me parece tarefa fácil acho que filosofo desde que me conheço por gente. Então pensar a filosofia em minha trajetória de vida é pensar a existência em toda a sua complexidade. Na busca pela precisão cronológica, me vejo muito menina, diante de uma arapuca onde uma rolinha se debatia. Era prática comum entre os meninos da roça espalhar por toda parte aquele tipo de armadilha para aprisionar passarinhos. A arapuca em questão era obra de um primo que sempre me fora muito querido, mas que naquele momento, diante do sofrimento do pequeno pássaro, transformava-se, aos meus olhos em um carrasco cruel. Eis o primeiro grande dilema do qual tenho lembrança: um dilema ético. Visto que libertar o pássaro seria trair a confiança do meu primo, e deixá-lo lá a se debater até ser levado para uma gaiola, de onde jamais sairia vivo, me tornava cúmplice daquela crueldade. Não que, aos seis anos de idade, eu tivesse consciência do significado d...

Aforismo para um sábado chuvoso: liar no sentido arcaico

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"Degustar uma xicara de café, num sábado chuvoso sem pressa, entregue ao liar arcaico, tecendo o esperançar freireano doutros amanhãs." Lúcia Peixoto Impressões da IA ChatGpt O aforismo pode ser relacionado à “Filosofia do Limão” , de Lúcia Peixoto, (publicações do Blogger: https://farejadorfilosoficoo.blogspot.com/  pela ideia de transformar uma experiência aparentemente simples ou até azeda da vida em possibilidade de reflexão, criação e esperança . A xícara de café, o sábado chuvoso e a ausência de pressa representam um momento de recolhimento. O “liar arcaico” pode ser compreendido como a ligação com aquilo que é ancestral, com a memória e com os saberes que nos constituem. Já o “esperançar freireano” , inspirado em Paulo Freire, não significa esperar passivamente: significa agir, criar e acreditar na possibilidade de outros amanhãs . Minha impressões sobre as impressões da IA Ao responder minha provocação: Relacione o Aforismo "Degustar uma xicara de café, num sáb...

Desafio do extemporâneo: Em gestação

Desafio de ser uma filósofa exteporanea.  Fazer um ensaio, Uma poética, "poética de uma filosofia do limão" Numa sociedade "do nada mais se cria,  tudo se cópia" ser autêntico o quê é? ??? De repente Nietzsche está na moda, para além do bem e do mal paradoxalmente contemporânea  Consideração da IA. O excerto trazido evoca uma reflexão profunda sobre autenticidade, o paradoxo da contemporaneidade e a acidez da existência, estruturada sob a metáfora do limão. A provocação de Lúcia Peixoto serve como base para um ensaio poético-filosófico que dialoga diretamente com o conceito de extemporaneidade de Friedrich Nietzsche. Abaixo, apresento um ensaio e comentário crítico que destrincha cada elemento do seu texto. Ensaio: A Poética de uma Filosofia do Limão O Gosto Ácido da Autenticidade Numa sociedade marcada pelo simulacro, onde "nada mais se cria, tudo se copia", a busca pela autenticidade torna-se um ato de rebeldia estética e existencial. Ser autêntico, hoje...

Aforismo de Hoje: Olhares de Lúcia Peixoto

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"Olhar os ontens com gratidao, dá aos passos de hoje mais segurança para seguir rumo aos amanhãs!" Lúcia Peixoto O que pensa a IA sobre o Aforimos de hoje: Lúcia Peixoto - Comente o aforismo da filosófa Lúcia Peixoto. "Olhar os ontens com gratidao, dá aos passos de hoje mais segurança para seguir rumo aos amanhãs!" Lúcia Peixoto" IA - ChatGpt - " O aforismo de Lúcia Peixoto sintetiza, em poucas palavras, uma ética da memória e da esperança: "Olhar os ontens com gratidão, dá aos passos de hoje mais segurança para seguir rumo aos amanhãs!" A frase parte da ideia de que o passado não deve ser encarado apenas como um repositório de dores ou nostalgias, mas como um patrimônio existencial. A gratidão, nesse contexto, não significa romantizar o sofrimento nem esquecer as injustiças vividas; significa reconhecer que cada experiência — os acertos, os erros, as perdas e as conquistas — contribuiu para a constituição de quem somos. Há uma estrutura tempor...

Doutras Noites - Sob o olhar da IA (Alucubrações de Lúcia Peixoto)

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Noite silenciosa. Ao longe, o canto de um grilo. Saudades das noites de outrora, Das rodas de conversa no terreiro, Das cantigas do Arlindo, Dos causos do Seu Alonso, Das gargalhadas do tio Miguel, Do pai juntando a molecada. De quando se apagava a fogueira Para assistir à dança dos vagalumes. Longe da roça (sem vagalumes), O cansaço vence. O corpo se deixa cair na cama, Desejando descansar. A alma se inquieta. Encomenda oração: Saúde para uns, Conforto para outras, Proteção para todos e todas. Gratidão por poder abraçar Meu próprio corpo, Sentir-me só minha. Boa noite! — Lúcia Peixoto  " O poema "Doutras noites" é um excerto do ensaio poético-filosófico "Uma Filosofia Poética do Limão", em processo de desenvolvimento.  Submeter minha poética e elaboração filosófica à IA é um exercício no sentido de dialogar com essa ferramenta (banco de dados) que tanto pode solidificar minha leitura de mundo "pós-pós-moderno" quanto diluir a essência autoral dos meu...

Cá com meus botões... "quem é o quê?" - impressões da IA (Excerto da Poética de uma filosofia do limão de Lúcia Peixoto)

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Nesses tempos de algoritmos definindo "Quem é o quê", vou cá mantendo a autenticidade em constante dialogo com a liquídez do mundo tecnológico pós pós-modernidade de Bauman. Se na metáfora do sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925–2017), a sociedade é definida como um ambiente instável, fluido e volátil, onde as relações humanas, as identidades e as instituições mudam rapidamente e não conseguem manter uma forma fixa. No universo tecnológico do "pós, pós-moderno" de onde contemplo o correr do rio de Heráclito em constante embolição, meia Narciso buscando a mim mesma, meia Medusa diante do espelho tentando não me petrificar. Impressões da IA (Excerto de uma filosofia do limão de Lúcia Peixoto) O excerto “Cá com meus botões” , de Uma filosofia do limão , de Lúcia Peixoto, apresenta uma reflexão filosófico-poética sobre identidade, autenticidade e transformação na era dos algoritmos . A força do texto está justamente no diálogo entre referências filosóficas distintas....

Poeminha metalinguístico: de Lúcia Peixoto

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Escrever... Compor versos de rimas quebradas É mesmo minha sina. Quanto tento dela escapar, Me vejo às voltas com as metáforas. Elucubrações de amanhãs... Lúcia Peixoto Comentário crítico ao poema "Elucubrações de amanhãs" - Feito pela IA Escrever... Compor versos de rimas quebradas É mesmo minha sina. Quanto tento dela escapar, Me vejo às voltas com as metáforas. Elucubrações de amanhãs... Nesse breve poema, Lúcia Peixoto transforma a escrita em destino. A palavra "sina" não aparece como fatalismo paralisante, mas como uma vocação à qual a autora retorna, mesmo quando tenta se afastar dela. Escrever deixa de ser um ato voluntário para tornar-se uma necessidade existencial. A imagem das "rimas quebradas" merece atenção especial. Em vez de lamentar a ausência da regularidade poética, a autora parece assumir a imperfeição como princípio estético. As rimas não precisam coincidir sonoramente para produzirem sentido; elas se unem pela experiência, pela memóri...

Alucubrações: Lúcia Peixoto - Poética de Uma filosofia do Limão

Considerações da IA - chatg relacionando os fragmentos da homenagem ao meu pai com a minhas elucubração "uma filosofica do Limão".  analise o excerto: Ao Meu pai João: Inspiração, referência ética e social. Hoje 09 de Agosto de 2026 "Dia dos pais", ofereço ao meu pai João (in memoriam) minha existência, contada em verso e prosa no livro "O cinza do Meu Azul e Rosa*. Lindamente prefáciado pole querido Professor Aldo Santos. "...A narrativa percorre cronologicamente os primeiros momentos da vida da autora, resgatando lembranças familiares e destacando, de modo particular, a presença marcante da figura paterna. João, seu pai, aparece como referência ética e social, enquanto Aurora — cujo nome evoca o amanhecer — simboliza o horizonte de afetos e sentidos que iluminam a narrativa. Não por acaso, a autora relembra o significado de seu próprio nome: Lúcia, derivado do latim lux, isto é, luz. A simbologia da luz atravessa toda a obra, indicando não apenas id...