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Labuta Literária: À João Cabral de Melo Neto (Lúcia Peixoto)

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O ato de se expressar pela escrita Tão qual João Cabral de Melo Neto Sentar-se diante da tela (mesmo quando não há inspiração) Convocar pensamentos e sentimentos Deixar a labuta fluir! Catar feijão "Catar feijão se limita com escrever: joga-se os grãos na água do alguidar e as palavras na folha de papel; e depois, joga-se fora o que boiar. Certo, toda palavra boiará no papel, água congelada, por chumbo seu verbo: pois para catar esse feijão, soprar nele, e jogar fora o leve e oco, palha e eco. Ora, nesse catar feijão entra um risco: o de que entre os grãos pesados entre um grão qualquer, pedra ou indigesto, um grão imastigável, de quebrar dente. Certo não, quando ao catar palavras: a pedra dá à frase seu grão mais vivo: obstrui a leitura fluviante, flutual, açula a atenção, isca-a como o risco. João Cabral de Melo Neto Reflexão da IA  O poema "Labutar literário" , de Lúcia Peixoto, estabelece uma clara intertextualidade com o poema "Catar Feijão" , de João Cab...

Reflexões sobre a Filosofia do Limão de Lúcia Peixoto

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A partir do aforismo estoico , " Se não tiver faca para cortar, esmague. Se não puder acrescentar açúcar e água destilada, Cave seu próprio poço. Espere na esperança freireana que a água há de jorrar! " começo aqui a alicerciar a Filosofia do Limão. (Romance em gestação) Inspirado na pedagogia de Paulo Freire do esperançar.  "Filosofia do Limão" ensina que as adversidades não determinam o destino humano. Mesmo quando faltam recursos, permanecem a criatividade, a coragem e a esperança ativa. O aforismo sugere que a verdadeira sabedoria consiste em transformar escassez em oportunidade, obstáculo em caminho e limitação em força interior. A expressão "Espere na esperança freireana" , presente no aforismo "Filosofia do Limão" , de Lúcia Peixoto, constitui o eixo filosófico do texto. Ela dialoga com o pensamento do educador Paulo Freire , especialmente com sua concepção de esperança como força transformadora da realidade. Freire distingue a esperança...

Filosofia do Limão: "aforismo estoico*" de Lúcia Peixoto

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Filosofia do Limão Se não tiver faca para cortar, esmague. Se não puder acrescentar açúcar e água destilada, Cave seu próprio poço. Espere na esperança freireana Que a água há de jorrar! Considerações da AI - Chat Gpt: Filosofia do Limão O aforismo "Filosofia do Limão" , de Lúcia Peixoto, condensa em poucas linhas uma visão de mundo que une resiliência, criatividade, autonomia e esperança. O limão, tradicionalmente associado à acidez e às dificuldades da vida, deixa de ser um símbolo de amargura para tornar-se um convite à invenção de caminhos. Filosofia do Limão Se não tiver faca para cortar, esmague. Se não puder acrescentar açúcar e água destilada, Cave seu próprio poço. Espere na esperança freireana Que a água há de jorrar! A primeira sentença — "Se não tiver faca para cortar, esmague" — rompe com a ideia de que a falta de recursos justifica a inércia. A ação não depende das condições ideais, mas da capacidade humana de reinventar os meios. Há aqui uma ...

Viagem para Colibri: Carcarás Conta Cabral (Peça de teatral de Lúcia Peixoto)

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Bora viajar... Poetizar filozafando com Lúcia Peixoto autora de Herança Mal Dita* "... Durante as festividades do aniversário da cidade de Colibri. O Grupo Carcarás liderado por Roberto e Olga Apresentam o espetáculo inspirado no clássico do teatro de Arena “Arena Conta Zumbi”. apresentam uma releitura do descobrimento do Brasil. Simultâneo à apresentação, o Grupo de remanescentes quilombolas e sem terras ocupa parte da fazenda Jequitibá. O Secretário fica furioso com a apresentação, tenta interromper o espetáculo é aconselhado pelo pai a deixar o espetáculo seguir." (PEIXOTO. L, 2025, pg. 214) Peça: Carcarás Conta Cabral  O Coro todos vestidos de Carcarás deitados no chão do palco Olga representa o Arauto , Vestida com as cores da bandeira nacional, no centro do palco, posicionada como a “Estátua do Cristo Redentor". Arauto: Filhas e filhos de Colibri não se enganem com as cores que cobrem minha negra pele, tão qual esta terra, fui coberta por esta bandeira, símbolo d...

Aforismo: Papel em branco

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"O papel, como a vida em branco, aceita a sugestão de qualquer pingo de tinta."  Lúcia Peixoto Era uma vez um papel em branco Branco... B ásico R aso A ço N ulo C omo O utros acrósticos Reflexão Filosófica da IA - Chat Gpt O aforismo de Lúcia Peixoto — “O papel, como a vida em branco, aceita a sugestão de qualquer pingo de tinta” — apresenta uma reflexão filosófica sobre a existência, a liberdade e as marcas que construímos ao longo da vida. O papel em branco simboliza a possibilidade. Antes de receber qualquer palavra, desenho ou sinal, ele contém infinitas histórias possíveis. Da mesma maneira, a vida, quando ainda não foi preenchida por escolhas, experiências e acontecimentos, apresenta-se como um campo aberto diante do ser humano. O “pingo de tinta” é uma imagem particularmente significativa. Pequeno e aparentemente insignificante, ele pode ser o início de uma grande transformação. Uma única escolha, um encontro, uma palavra, um gesto ou mesmo um acontecimento inespera...

A felicidade é coisa de maturidade (Ou não) Clóvis de Barros por Lúcia Peixoto

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"A felicidade é feita de instantes Um tico de alegria, de satisfação Realizações, esperanças vindouras Impulso rumo ao Horizonte Onde o Arco Íris está a guardar o nosso pote de ouro!" Lúcia Peixoto Coisa da maturidade      Para muitos, pretender a sabedoria requer maturidade. Incompatível com tempos de infância e juventude. A sabedoria implicaria considerar a vida de certo jeito, próprio de quem já viveu muito. E já acumulou experiências de vários tipos.      Fico com os que lamentam que seja assim.      Se a sabedoria requer maturidade, toda vida vivida antes dela não passaria de um preparativo. Vida de menor valor. Vivida em certa inconsciência inconsequente. No caos do acaso dos encontros. Sem âncora. Sem Norte para nortear. E sem Oriente para orientar.      Aí talvez seja tarde demais.      Afinal, de que adiantaria aprender a viver justo quando a vida já está no fim? Para o amargor final da certeza de tê-la ...

Aforismo de Hoje: Carpe Diem!

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"Em dias como hoje Não é auspicioso se ocupar do ontem Sob pena de não vislumbrar os amanhãs!" Lúcia Peixoto Comentario da IA - Chat Gpt O texto "Carpe diem" , de Lúcia Peixoto, pode ser classificado como um micropoema de caráter reflexivo-filosófico , com forte inspiração no aforismo clássico. Em poucos versos, a autora condensa uma reflexão existencial sobre o tempo, a memória e a necessidade de viver plenamente o presente. O título, Carpe diem ("aproveita o dia"), remete à célebre expressão do poeta latino Horácio , cuja filosofia convida o ser humano a viver o presente sem se deixar aprisionar pelas inquietações do passado ou pelas incertezas do futuro. Entretanto, Lúcia Peixoto não reproduz esse pensamento de forma literal; ela o ressignifica com uma perspectiva própria. Os versos: "Em dias como hoje Não é auspicioso ocupar-se do ontem Sob pena de não vislumbrar os amanhãs!" estabelecem um delicado equilíbrio entre as três dimensões do ...