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Mostrando postagens de julho, 2026

Aforismo: Papel em branco

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"O papel, como a vida em branco, aceita a sugestão de qualquer pingo de tinta."  Lúcia Peixoto Era uma vez um papel em branco Branco... B ásico R aso A ço N ulo C omo O utros acrósticos Reflexão Filosófica da IA - Chat Gpt O aforismo de Lúcia Peixoto — “O papel, como a vida em branco, aceita a sugestão de qualquer pingo de tinta” — apresenta uma reflexão filosófica sobre a existência, a liberdade e as marcas que construímos ao longo da vida. O papel em branco simboliza a possibilidade. Antes de receber qualquer palavra, desenho ou sinal, ele contém infinitas histórias possíveis. Da mesma maneira, a vida, quando ainda não foi preenchida por escolhas, experiências e acontecimentos, apresenta-se como um campo aberto diante do ser humano. O “pingo de tinta” é uma imagem particularmente significativa. Pequeno e aparentemente insignificante, ele pode ser o início de uma grande transformação. Uma única escolha, um encontro, uma palavra, um gesto ou mesmo um acontecimento inespera...

A felicidade é coisa de maturidade (Ou não) Clóvis de Barros por Lúcia Peixoto

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"A felicidade é feita de instantes Um tico de alegria, de satisfação Realizações, esperanças vindouras Impulso rumo ao Horizonte Onde o Arco Íris está a guardar o nosso pote de ouro!" Lúcia Peixoto Coisa da maturidade      Para muitos, pretender a sabedoria requer maturidade. Incompatível com tempos de infância e juventude. A sabedoria implicaria considerar a vida de certo jeito, próprio de quem já viveu muito. E já acumulou experiências de vários tipos.      Fico com os que lamentam que seja assim.      Se a sabedoria requer maturidade, toda vida vivida antes dela não passaria de um preparativo. Vida de menor valor. Vivida em certa inconsciência inconsequente. No caos do acaso dos encontros. Sem âncora. Sem Norte para nortear. E sem Oriente para orientar.      Aí talvez seja tarde demais.      Afinal, de que adiantaria aprender a viver justo quando a vida já está no fim? Para o amargor final da certeza de tê-la ...

Aforismo de Hoje: Carpe Diem!

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"Em dias como hoje Não é auspicioso se ocupar do ontem Sob pena de não vislumbrar os amanhãs!" Lúcia Peixoto Comentario da IA - Chat Gpt O texto "Carpe diem" , de Lúcia Peixoto, pode ser classificado como um micropoema de caráter reflexivo-filosófico , com forte inspiração no aforismo clássico. Em poucos versos, a autora condensa uma reflexão existencial sobre o tempo, a memória e a necessidade de viver plenamente o presente. O título, Carpe diem ("aproveita o dia"), remete à célebre expressão do poeta latino Horácio , cuja filosofia convida o ser humano a viver o presente sem se deixar aprisionar pelas inquietações do passado ou pelas incertezas do futuro. Entretanto, Lúcia Peixoto não reproduz esse pensamento de forma literal; ela o ressignifica com uma perspectiva própria. Os versos: "Em dias como hoje Não é auspicioso ocupar-se do ontem Sob pena de não vislumbrar os amanhãs!" estabelecem um delicado equilíbrio entre as três dimensões do ...

Miniconto: Hoje, como ontem, talvez como amanhã

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Ainda era inverno O Clima tinha aroma de primavera Abriu portas e janelas Colocou a cadeira no quintal Recordou os ensinamentos do mestre Paulo Freire presente Filosofou poetizando "A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele." Paulo Freire Lúcia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e Arteterapia Siga nas redes sociais: X: @LuciaFilosofa50 Instagram: @profa.luciapeixoto Facebook: https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto Tiktok: lucia.p50 Comentário da IA ChatGpt  O miniconto "Hoje, como ontem, talvez como amanhã" , de Lúcia Peixoto, revela, em poucos versos, uma reflexão delicada sobre o tempo, a memória, a educação e a permanência da esperança. A abertura — "Ainda era inverno / O clima tinha aroma de primavera" — estabelec...

Haicai expandido: Sol nas flores da folha-da-fortuna

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O sol que brinca no azul do céu Sob as  flores da folha-da-fortuna Aquece-lhe a alma, mesmo sem a intenção de esquentar Lúcia Peixoto Segundo a IA ( ChatGpt) O poema "Haicai expandido: Sol nas flores da folha-da-fortuna", de Lúcia Peixoto, parte da tradição do haicai ao privilegiar a contemplação de um instante da natureza, mas a amplia ao desenvolver uma reflexão subjetiva. O próprio título, ao qualificá-lo como "haicai expandido", sinaliza que a autora não pretende seguir rigidamente a concisão formal do haicai japonês, e sim preservar seu espírito contemplativo enquanto amplia a expressão poética. A autora revela uma sensibilidade voltada para a contemplação da natureza e para a forma como ela dialoga com a experiência humana: O poema constrói uma imagem de delicadeza e serenidade. O verbo "brinca" atribui ao sol um comportamento lúdico, como se a luz se movesse livremente pelo céu, criando uma atmosfera de leveza. A referência à folha-da-fortuna, plant...

25 de Julho dia nacional da escritora e do escritor - Parabéns!

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Hoje é uma data comemorativa 25 de julho dia do escritor e da escritora Eu como escritora considero meu todos os dias Em tudo vejo formar-se uma linha Um verso Uma rima quebrada Um Haicai Um miniconto Uma crônica Uma novela... Há dias no entanto que tão qual Adélia Prado Olho pras coisas e vejo somente as coisas Quando pedra é só pedra Dano a parafrasear Drummond "Tirando um cisco de minhas retinas tão fatigadas". Peço licença ao anjo torto de sete faces Para tocar trombeta com o anjo esbelto Hasteando minhas bandeiras "Aceito os subterfúgios que me cabem". Ser poeta sem ser Adélia Fazer jus às batatas Sem ser personagem de Machado! Lúcia Peixoto Sem falsa modéstia transcrevo a resposta do C hat Gpt à solicitação: Comente o poema de autoria de Lúcia Peixoto " 25 de Julho dia nacional da escritora e do escritor". Bem como a foto por ele editada. "Este poema é uma belíssima reflexão sobre o fazer literário, a metalinguagem e o diálogo com os grandes no...

Lembranças de ontem: Imagens poéticas

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Ainda na cama Lembrou-se de ontem Da volta à escola para replanejamento O Pátio da E.E. Otto Weiszflog A falta dos discentes Os beija-flores As patas de vaca floridas O  gatinho de fartos pêlos esbranquiçados ... Lembrou-se do pastel com a filha partilhado As fotos das férias do filho com a namorada Sorrio com gratidão ... Quis ficar um pouco mais nos braços de Morfeu Escreveu essas lembranças No celular mesmo E continuou deitada em sua cama Ouvindo as Maritacas no Eco Parque de Caieiras. Maritacas cantando "Lembranças da vida real Registradas num aparelho celular Legado virtual para a posteriade." Lúcia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e Arteterapia 11 968380630 @profa.luciapeixoto luciamtpeixoto@gmail.com

Lúcia Peixoto

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Lúcia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e Arteterapia 11 968380630 @profa.luciapeixoto luciamtpeixoto@gmail.com

Miniconto: MINUTOS DE SABEDORIA - 12

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Na quarta feira, fim das férias de julho Soube a professora que tinha que replanejar Respirou, inspirou... Acessou o Papo das 9* Pediu a benção de Pastorinho Inspirando André Trigueiro Com Minutos de sabedoria  (12) "NÃO aceite maus conselhos! Não se deixe sugestionar por palavras de desânimo! Sempre existe uma saída para qualquer problema, por mais complexo e difícil que nos pareça. A Força Divina que rege os universos está dentro de nós. Ligue-se ao Pensamento Universal de Bondade e Amor, e vencerá todos os obstáculos." Carlos Torres Pastorino** *  Papo das 9 - André Trigueiro **  Carlos Juliano Torres Pastorino ( Rio de Janeiro , 4 de novembro de 1910 — Brasília , 13 de junho de 1980 ) foi um ex- padre , radialista e escritor brasileiro . Carlos dedicou-se ao estudo da Doutrina Espírita e da fenomenologia mediúnica , e como um escritor é de sua autoria o livro de bolso que tornou-se o maior best-seller de auto-ajuda no País, Minutos de Sabed...

Gratidão: 56 primaveras de Lúcia Peixoto

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5.6... Minha quinquagésima sexta primavera...Quanta vida vivida... Quantos percausos... Sonhos... Desencantos... batalhas perdidas... Guerras vencidas. Obrgada a IA pela Edição Gratidão Que venham outras tantas primaveras... #profaluciapeixoto #luciapeixoto56 https://vt.tiktok.com/ZSXCg1c5y/ "Bora semear esperança... Um mundo mais justo, sororico e fraterno  é possível e depende de nós,  está em nossas mãos  ajudar a construir o mundo que sonhamos" Lúcia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e Arteterapia Siga nas redes sociais: X: @LuciaFilosofa50 Instagram: @profa.luciapeixoto Facebook: https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto Tiktok: lucia.p50 https://youtu.be/B4vEMcB0_dY?si=suuyhHIL4rcCvNpK

Reflexões de vésperas: Que sejam auspiciosas as palavras de amanhã

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Na véspera da 53º primavera me fiz um poema Reflexão de véspera: Meio século mais 3 primaveras! 19 de julho de 2023 Daqui a pouco, Quando hoje for ontem e amanhã virar hoje... Vou somar 53 primaveras, verões, outonos e invernos Não vou escrever textão, Algumas poucas linhas A primeira é curtinha, não lembro de nada Lembranças do que minha mãe falava Meus avós paternos A casa da fazenda Meu avô Luiz, trazendo doces do armazém Meus tios e tias A primarada... tantos que nem arrisco nomeá-los Os irmãos e irmãs... Os oito filhos de João e Aurora! Nossa casinha de madeira A labuta na roça O longo caminho até a cidade Os pastos com vacas bravas O rio com a pinguela de coqueiro Dias felizes da meninice A Urbe Gigantea, São Paulo de todas as gentes A fábrica têxtil, minhas companheiras operárias O Sindicato, o Movimento Social e os Partidos políticos A pastoral da Juventude - FJC As Comunidades Eclesiais de Base "No encontro com o Cristo camarada, conheci o irmão Marx" Paulo Freire! M...

Crochês de lã Vida'rte: Cacharreal em promoção!

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Salve Vida'rte Encomendas Vida'rte 11 968380630 com Lucia Peixoto: Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Professora de Filosofia. Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e Arteterapia. #profaluciapeixoto #crochet #vidarte #apreciadoresdecroche       Visite nossas páginas, curta, compartilhe  e faça seus pedidos Lucia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia, com Especialização em História e Arteterapia Siga nas redes sociais: X: @LuciaFilosofa50 Instagram: @profa.luciapeixoto Facebook: https://www.facebook.com/ProfLuciaPeixoto Tiktok: lucia.p50

Haicais: Sociológicos

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Olhou para além de si As cores das peles da rua Tão diversas da sua! Danou-se a papear com seus botões Caetaneando como Djavan Como se fosse sina Saudou in memoria o Camarada Alfredinho E tantos outr@s que partiram De carona num rabo de cometa Alguma coisa acontece em seu coração Entre seus iguais e tantos diferentes Que passam pela mesma esquina... Sampa "Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi Da dura poesia concreta de tuas esquinas Da deselegância discreta de tuas meninas Ainda não havia para mim, Rita Lee A tua mais completa tradução Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João Quando eu te encarei frente a frente não vi o meu rosto Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto É que Narciso acha feio o que não é espelho E à mente apavora o que ainda não é mesmo velho Nada do que não era antes quando não somos Mutantes E foste u...

Complexo assim: CAFÉ FILOSÓFICO | 05/04/2026 | O SELF DIGITAL E O VAZIO EXISTENCIAL – SILVIO MEIRA

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Meu Self Esse paradoxo Simples e complexo! Neste Café Filosófico, o cientista da computação Silvio Meira mostra como a lógica das redes sociais influencia e molda o nosso self, que ganha também uma existência virtual. Viramos seres híbridos, “figitais, que existem entre o mundo físico, digital e social, e isso muda a percepção de quem somos, as conexões que fazemos e até o propósito da nossa existência. Se cada era da humanidade teve suas tecnologias, com usos benéficos e perniciosos, na nossa era, as ferramentas digitais têm alargado horizontes e possibilidades de realização da nossa identidade, mas a vida excessivamente online também tem causado um vazio de sentido. É preciso pensar em práticas individuais e conjuntas na sociedade para mitigar os efeitos das redes na nossa saúde mental. O SELF DIGITAL E O VAZIO EXISTENCIAL   #SomosCultura #TVCultura #CaféFilosófico Lucia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e...

Haicai sobre ela: Eu... quero uma casa no campo

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Deixa-se inerte Sob o sol Praticando o ócio criativo! Editada por IA Eu quero uma casa no campo "Eu quero uma casa no campo Onde eu possa compor muitos rocks rurais E tenha somente a certeza Dos amigos do peito e nada mais Eu quero uma casa no campo Onde eu possa ficar no tamanho da paz E tenha somente a certeza Dos limites do corpo e nada mais Eu quero carneiros e cabras Pastando solenes no meu jardim Eu quero o silêncio das línguas cansadas Eu quero a esperança de óculos E meu filho de cuca legal Eu quero plantar e colher com a mão a pimenta e o sal Eu quero uma casa no campo Do tamanho ideal, pau a pique e sapé Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos e livros e nada mais Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos, meus livros e nada mais Onde eu possa plantar meus amigos Meus discos e livros e nada mais" Composição: Tavito, Zé Rodrix Lucia Peixoto Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia Graduada em Ciências da Religião, Licenciada e Pós graduada em Ens...

Lispector: Felicidade Clandestina

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Manhã de inverno  Férias de julho Minha cozinha  Meu café Minha batata-doce  A Felicidade Clandestina  De Clarice Lispector! "Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”. Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esg...