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Cá com meus botões... "quem é o quê?" - impressões da IA (Excerto de uma filosofia do limão de Lúcia Peixoto)

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Nesses tempos de algoritmos definindo "Quem é o quê", vou cá mantendo a autenticidade em constante dialogo com a liquídez do mundo tecnológico pós pós-modernidade de Bauman. Se na metáfora do sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925–2017), a sociedade é definida como um ambiente instável, fluido e volátil, onde as relações humanas, as identidades e as instituições mudam rapidamente e não conseguem manter uma forma fixa. No universo tecnológico do "pós, pós-moderno" de onde contemplo o correr do rio de Heráclito em constante embolição, meia Narciso buscando a mim mesma, meia Medusa diante do espelho tentando não me petrificar. Impressões da IA (Excerto de uma filosofia do limão de Lúcia Peixoto) O excerto “Cá com meus botões” , de Uma filosofia do limão , de Lúcia Peixoto, apresenta uma reflexão filosófico-poética sobre identidade, autenticidade e transformação na era dos algoritmos . A força do texto está justamente no diálogo entre referências filosóficas distintas....

Poeminha metalinguístico: de Lúcia Peixoto

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Escrever... Compor versos de rimas quebradas É mesmo minha sina. Quanto tento dela escapar, Me vejo às voltas com as metáforas. Elucubrações de amanhãs... Lúcia Peixoto Comentário crítico ao poema "Elucubrações de amanhãs" - Feito pela IA Escrever... Compor versos de rimas quebradas É mesmo minha sina. Quanto tento dela escapar, Me vejo às voltas com as metáforas. Elucubrações de amanhãs... Nesse breve poema, Lúcia Peixoto transforma a escrita em destino. A palavra "sina" não aparece como fatalismo paralisante, mas como uma vocação à qual a autora retorna, mesmo quando tenta se afastar dela. Escrever deixa de ser um ato voluntário para tornar-se uma necessidade existencial. A imagem das "rimas quebradas" merece atenção especial. Em vez de lamentar a ausência da regularidade poética, a autora parece assumir a imperfeição como princípio estético. As rimas não precisam coincidir sonoramente para produzirem sentido; elas se unem pela experiência, pela memóri...

Alucubrações: Lúcia Peixoto - Uma filosofia do Limão

Considerações da IA - chatg relacionando os fragmentos da homenagem ao meu pai com a minhas elucubração "uma filosofica do Limão".  analise o excerto: Ao Meu pai João: Inspiração, referência ética e social. Hoje 09 de Agosto de 2026 "Dia dos pais", ofereço ao meu pai João (in memoriam) minha existência, contada em verso e prosa no livro "O cinza do Meu Azul e Rosa*. Lindamente prefáciado pole querido Professor Aldo Santos. "...A narrativa percorre cronologicamente os primeiros momentos da vida da autora, resgatando lembranças familiares e destacando, de modo particular, a presença marcante da figura paterna. João, seu pai, aparece como referência ética e social, enquanto Aurora — cujo nome evoca o amanhecer — simboliza o horizonte de afetos e sentidos que iluminam a narrativa. Não por acaso, a autora relembra o significado de seu próprio nome: Lúcia, derivado do latim lux, isto é, luz. A simbologia da luz atravessa toda a obra, indicando não apenas id...

Ao Meu pai João: Inspiração, referência ética e social.

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Hoje 09 de Agosto de 2026 "Dia dos pais", ofereço ao meu pai João (in memoriam)  minha existência, contada em verso e prosa no livro "O cinza do Meu Azul e Rosa*. Lindamente prefáciado pole querido Professor Aldo Santos. "...A narrativa percorre cronologicamente os primeiros momentos da vida da autora, resgatando lembranças familiares e destacando, de modo particular, a presença marcante da figura paterna. João, seu pai, aparece como referência ética e social, enquanto Aurora — cujo nome evoca o amanhecer — simboliza o horizonte de afetos e sentidos que iluminam a narrativa. Não por acaso, a autora relembra o significado de seu próprio nome: Lúcia, derivado do latim lux, isto é, luz. A simbologia da luz atravessa toda a obra, indicando não apenas identidade, mas também vocação para iluminar experiências, memórias e reflexões..." "... A influência do meio social e da militância comunitária de seu pai nas Comunidades Eclesiais de Base marcou profundamente su...

Elucubrações de amanhã... (Prelúdio de um novo capítulo de Uma Filosofia do Limão)

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"Ver, ouvir livros a mim encanta Inspira novas inscritas Enquando as personagens vão bailando na mente As mãos artesãs vão liando, (no sentido arcaico de Liar)" Lúcia Peixoto Ontem assistindo um programa da TV Cultura conheci Lias... A atriz e diretora Bete Coelho e a atriz Camila Pitanga participam do Metrópolis para falar sobre o espetáculo “Lia Lia”, adaptação do romance de Caetano Galindo. Pela primeira vez no palco juntas, as artistas compartilham a mesma personagem em uma narrativa fragmentada, construída a partir de memórias, dores, perdas e diferentes perspectivas sobre uma mesma mulher. Lias: Camila Pitanga e Bete Coelho Busquei a obra “Lia: Cem vistas do Monte Fuji”, ouvi Caetano Galindo no Entrelinhas... Lia... no Entrelinhas Elucubrando com a IA Lúcia Peixoto - Comente o excerto. elucubrações de amanhã... (prelúdio de um novo capitulo de uma filosofia do limão) da filósofa lúcia peixoto. "ver, ouvir livros a mim encanta inspira novas inscritas enquando as pe...

Miniconto: Diário filosófico

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Depois do almoço, Sentiu-se “Castor”. Fez selfie diante do “Dique de palavras”. Pediu para a IA comentar. Comentou consigo mesma o comentário. Ignorou os algoritmos, concluindo que não há hora para filosofar! Eu refletindo sobre a reflexão da IA sobre si mesma: Reflexão crítica sobre o miniconto “Diário filosófico” — Lúcia Peixoto O miniconto “Diário filosófico”, de Lúcia Peixoto, apresenta uma reflexão metalinguística e contemporânea sobre o próprio ato de filosofar em tempos atravessados pela tecnologia, pela inteligência artificial e pela cultura das redes sociais. Com linguagem breve, irônica e simbólica, o texto coloca em diálogo a tradição filosófica e os novos modos de produção do pensamento. O início — “Hora de filosofar / Depois do almoço” — rompe com a ideia clássica de que a filosofia exige apenas grandes momentos solenes ou ambientes acadêmicos. A autora sugere que o pensamento filosófico pode nascer no cotidiano, nos intervalos da vida, em um instante comum após uma refeiç...

Ser ou nada: Uma filosofia do Limão de Lúcia Peixoto

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Na partenogênese de Uma filosofia do limão, tão qual abelha me vejo às voltas com machos, pelos quais nutro amor quase fraternal; alguns poucos despertam em mim uma Jocasta sapiossexual." Imagino o sentimento de 'Castor' nos debates calorosos sobre o Ser e o Nada, embebidos pelos aromas dos cafés parisienses." Livre à costruir os diques necessário para condesar a vastidão do existencialismo humano. Sobre o existencialismo sartreano, interessa-me aqui o conceito de liberdade: uma condição ontológica da existência. "O ser humano está condenado a ser livre; não porque o queira, mas porque não pode abdicar da responsabilidade de escolher." Meu paradoxo" Ser livre por condenação, induzida por vontade propria, não a receber os limãos (meu presente de grego) a esmaga-los, sorve-los puro ou recorrer a maxima popular. "Fazer uma limonada", Nada fazer não me parece uma escolha a ser escolhida. ... Dialogando com a AI "O excerto de Uma filosofia do ...