Poema sem cor: concreto

A poesia até quis rimar
Mas o outono frio
Quebrou a harmonia
Misturou cimento e areia
Ficou concreto puro
E foi edificar as casas
Subindo como os pássaros sem asas
Do Operário em Construção
De Vinicius de Moraes
Amou daquela vez
Como se fosse a última
Construção de Chico Buarque
Numa paráfrase de João Cabral de Melo Neto!
Sonhou coisas claras
Respirou a luz, o sol, o ar livre
Todas as reticências
Que não cabem num poema
Que é concreto!

O Operário em Construção Vinicius de Moraes

A Construção de Chico Buarque

Carpe diem
Bora lá colorir esse dia 😘
Lucia Peixoto
Filósofa, Arteterapeuta, Artesã, Profa de Filosofia
Graduada em Ciências da Religião,
Licenciada e Pós graduada em Ensino da Filosofia,
com Especialização em História e Arteterapia

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